Série apresenta problemas na educação infantil de Curitiba

Na ponta do lápis. A educação infantil de Curitiba passa por dificuldades. Os principais pontos listados pelos educadores são a terceirização da alimentação escolar e da limpeza, os impactos negativos da falta de funcionários, a não redução de jornada de trabalho e a falta de concurso público. O descumprimento da hora permanência, o correto dimensionamento e a falta de estrutura física e humana adequada para atender a inclusão de crianças especiais também são problemas.


Na segunda reportagem da série o Sismuc traz uma estatística preocupante: embora a Secretaria de Educação afirme que o quadro esteja completo, a realidade mostra que os cmeis quase nunca conseguem funcionar com todos os funcionários. Ao invés de corrigir o problema, educadores já relatam pressão para fazer a hora permanência ou não deixar transparecer os problemas.


 
Na primeira reportagem, o Sismuc mostra o Cmei Iodéia Felício, no Sítio Cercado, que ficou pronto, mas passa por reformas no valor de R$ 100 mil. No local, pai conta que sua filha cresceu vendo o equipamento fechado e já foi matriculada em escola.