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  • ❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?

 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

 ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.

 ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.

 ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.

A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
  • Acabou de entrar no serviço público? Esse recado é para você!

Fica até o final e compartilha com seus colegas.
  • 🟠 O voto feminino no Brasil foi uma conquista alcançada em 1932, resultado da luta daquelas que buscavam ter a sua escolha e a sua voz ouvida. 

A história nos dá um recado importante: mulher, não deixe os outros escolherem por você! Neste domingo, vote no candidato com propostas de melhoria na sua vida. Ainda dá tempo de pesquisar as propostas de cada um que se alinham aos direitos e à proteção de todas as mulheres!
  • 🌈O Coletivo LGBTI+ do SISMUC se reuniu para discutir a importância de manter-se unido e organizado neste período em que vivemos, uma vez que há a possibilidade da extrema-direira sair vencedora. “Ainda temos muito o que avançar no que diz respeito às políticas públicas para a população LGBTI+, mas, o pouco que conquistamos nos últimos anos pode ser perdido, caso haja um avanço do candidato da extrema-direita”, afirma Willian Wolf, dirigente do SISMUC. No governo de Jair Bolsonaro (PL), por exemplo, houve o enfraquecimento de conselhos e espaços de controle social que lutam pelos direitos humanos. “Ele extinguiu o Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais”, lembrou o diretor. 

O grupo também conversou a respeito do Dia da Visibilidade Intersexo, celebrada na próxima segunda-feira, dia 26 de outubro. A pessoa intersexo é aquela que nasce com alguma variação física, genética ou hormonal nas características atribuidas ao sexo feminino ou masculino, como genitálias ou cromossomos. É fundamental que a Prefeitura ofereça programas de saúde voltados à inclusão e acesso de qualidade para as pessoas intersexo. 

No coletivo, foram destacados os nomes de Carolina Iara — a primeira pessoa intersexo a exercer um cargo de covereadora no Brasil, em um mandato coletivo, e de Céu Ramos de Albuquerque, fotógrafa e primeira pessoa do país a ter o reconhecimento intersexo em sua certidão de nascimento. Em uma entrevista ao Diário de Pernambuco, Céu manifesta que este reconhecimento é fruto de muita luta e que é fundamental que as políticas passem a ser construídas para crianças, considerando que elas também são detentoras de direitos. 

🏳‍🌈Quer participar do coletivo LGBTI+ do SISMUC? Entre em nosso grupo de WhatsApp e acompanhe o próximo encontro: https://chat.whatsapp.com/H2So7ftoe5L7HDGwh6pVnv?s=cl&p=i&mlu=4&ilr=4
❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?

 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

 ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.

 ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.

 ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.

A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?

 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

 ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.

 ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.

 ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.

A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

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❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?

 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

 ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.

 ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.

 ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.

A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

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 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

 ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.

 ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.

 ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.

A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?

 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

 ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.

 ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.

 ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.

A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?

 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

 ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.

 ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.

 ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.

A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?

 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

 ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.

 ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.

 ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.

A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?

 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

 ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.

 ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.

 ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.

A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?

 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

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A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.

❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.

💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.

🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?

 ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.

 ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.

 ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.

 ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.

A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.

Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto. ❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento. 💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais. 🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados? ▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria. ▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa. ▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas. ▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento. A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho. Servidoras e servidores, informação também é ferramenta de luta. Compartilhe com suas colegas e seus colegas, familiares e amigas e amigos. Entender o que está em discussão é fundamental para acompanhar as mudanças e defender nossos direitos.
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🟠 O voto feminino no Brasil foi uma conquista alcançada em 1932, resultado da luta daquelas que buscavam ter a sua escolha e a sua voz ouvida. 

A história nos dá um recado importante: mulher, não deixe os outros escolherem por você! Neste domingo, vote no candidato com propostas de melhoria na sua vida. Ainda dá tempo de pesquisar as propostas de cada um que se alinham aos direitos e à proteção de todas as mulheres!
🟠 O voto feminino no Brasil foi uma conquista alcançada em 1932, resultado da luta daquelas que buscavam ter a sua escolha e a sua voz ouvida. A história nos dá um recado importante: mulher, não deixe os outros escolherem por você! Neste domingo, vote no candidato com propostas de melhoria na sua vida. Ainda dá tempo de pesquisar as propostas de cada um que se alinham aos direitos e à proteção de todas as mulheres!
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🌈O Coletivo LGBTI+ do SISMUC se reuniu para discutir a importância de manter-se unido e organizado neste período em que vivemos, uma vez que há a possibilidade da extrema-direira sair vencedora. “Ainda temos muito o que avançar no que diz respeito às políticas públicas para a população LGBTI+, mas, o pouco que conquistamos nos últimos anos pode ser perdido, caso haja um avanço do candidato da extrema-direita”, afirma Willian Wolf, dirigente do SISMUC. No governo de Jair Bolsonaro (PL), por exemplo, houve o enfraquecimento de conselhos e espaços de controle social que lutam pelos direitos humanos. “Ele extinguiu o Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais”, lembrou o diretor. 

O grupo também conversou a respeito do Dia da Visibilidade Intersexo, celebrada na próxima segunda-feira, dia 26 de outubro. A pessoa intersexo é aquela que nasce com alguma variação física, genética ou hormonal nas características atribuidas ao sexo feminino ou masculino, como genitálias ou cromossomos. É fundamental que a Prefeitura ofereça programas de saúde voltados à inclusão e acesso de qualidade para as pessoas intersexo. 

No coletivo, foram destacados os nomes de Carolina Iara — a primeira pessoa intersexo a exercer um cargo de covereadora no Brasil, em um mandato coletivo, e de Céu Ramos de Albuquerque, fotógrafa e primeira pessoa do país a ter o reconhecimento intersexo em sua certidão de nascimento. Em uma entrevista ao Diário de Pernambuco, Céu manifesta que este reconhecimento é fruto de muita luta e que é fundamental que as políticas passem a ser construídas para crianças, considerando que elas também são detentoras de direitos. 

🏳‍🌈Quer participar do coletivo LGBTI+ do SISMUC? Entre em nosso grupo de WhatsApp e acompanhe o próximo encontro: https://chat.whatsapp.com/H2So7ftoe5L7HDGwh6pVnv?s=cl&p=i&mlu=4&ilr=4
🌈O Coletivo LGBTI+ do SISMUC se reuniu para discutir a importância de manter-se unido e organizado neste período em que vivemos, uma vez que há a possibilidade da extrema-direira sair vencedora. “Ainda temos muito o que avançar no que diz respeito às políticas públicas para a população LGBTI+, mas, o pouco que conquistamos nos últimos anos pode ser perdido, caso haja um avanço do candidato da extrema-direita”, afirma Willian Wolf, dirigente do SISMUC. No governo de Jair Bolsonaro (PL), por exemplo, houve o enfraquecimento de conselhos e espaços de controle social que lutam pelos direitos humanos. “Ele extinguiu o Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais”, lembrou o diretor. O grupo também conversou a respeito do Dia da Visibilidade Intersexo, celebrada na próxima segunda-feira, dia 26 de outubro. A pessoa intersexo é aquela que nasce com alguma variação física, genética ou hormonal nas características atribuidas ao sexo feminino ou masculino, como genitálias ou cromossomos. É fundamental que a Prefeitura ofereça programas de saúde voltados à inclusão e acesso de qualidade para as pessoas intersexo. No coletivo, foram destacados os nomes de Carolina Iara — a primeira pessoa intersexo a exercer um cargo de covereadora no Brasil, em um mandato coletivo, e de Céu Ramos de Albuquerque, fotógrafa e primeira pessoa do país a ter o reconhecimento intersexo em sua certidão de nascimento. Em uma entrevista ao Diário de Pernambuco, Céu manifesta que este reconhecimento é fruto de muita luta e que é fundamental que as políticas passem a ser construídas para crianças, considerando que elas também são detentoras de direitos. 🏳‍🌈Quer participar do coletivo LGBTI+ do SISMUC? Entre em nosso grupo de WhatsApp e acompanhe o próximo encontro: https://chat.whatsapp.com/H2So7ftoe5L7HDGwh6pVnv?s=cl&p=i&mlu=4&ilr=4
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