❗Nos governos Lula e Dilma, aposentadas, aposentados e pensionistas contribuíam com 11% sobre a parte do benefício que ultrapassava o teto do INSS. Para pessoas com doenças graves e incuráveis, a cobrança começava a partir do dobro desse teto.
❌Com a reforma da Previdência de 2019, essa contribuição passou a poder atingir valores acima de um salário mínimo, conforme as regras de cada estado e município. Essa cobrança é questionada no STF, que já formou maioria para considerá-la inconstitucional, mas ainda não concluiu o julgamento.
💣Agora, propostas associadas a Flávio Bolsonaro levantam novas preocupações, como aumentar a idade para se aposentar e mudar o sistema previdenciário, além de possíveis mudanças que atinjam MEIs e trabalhadoras e trabalhadores rurais.
🤔Mas, afinal, o que essas propostas podem significar na vida das trabalhadoras, dos trabalhadores, das aposentadas e dos aposentados?
▶ Capitalização: parte do dinheiro da Previdência poderia ir para uma conta individual. Na prática, cada pessoa ficaria mais responsável por juntar recursos para garantir a própria aposentadoria.
▶ Pensões: mudanças nas regras podem diminuir o valor recebido por famílias após a morte de uma pessoa.
▶ Reajuste das aposentadorias: aposentadas e aposentados do serviço público podem deixar de receber os mesmos aumentos de quem continua trabalhando. Com o tempo, isso pode reduzir o poder de compra e dificultar o pagamento das contas.
▶ BPC: o benefício garante um salário mínimo por mês a pessoas idosas e pessoas com deficiência de baixa renda. Regras mais rígidas podem dificultar o acesso ou a continuidade desse pagamento.
A Previdência faz parte da nossa vida. Ela define quando podemos nos aposentar e quanto vamos receber depois de tantos anos de trabalho.
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3 dias ago