Uma mudança promovida na escala de trabalho dos guardas municipais deve provocar uma nova insatisfação do segmento. De forma arbitrária, a prefeitura impôs escalas de 12 horas de trabalho por 36 de folga (noturno) ou de oito horas diárias (diurno). As novas escalas começaram a ser implantadas em alguns distritos desde junho e estão sendo estendidas gradativamente a todos os guardas. O problema é que a medida deve resultar na redução dos valores das horas-extras, reduzindo o ordenado dos guardas no final do mês.
Segundo cálculos dos diretores do Sismuc, o corte das horas-extras deve representar uma redução de R$ 400 a R$ 500 nos salários. O resultado também pode ser sentido pela população. A redução das horas-extras reduz a quantidade de guardas atuando na cidade. Em escolas, por exemplo, os alunos estão ficando desguarnecidos nos minutos que antecedem a entrada e a saída das aulas.







