As atividades para celebrar o Dia Internacional da Mulher em Curitiba serão desenvolvidas com o lema Mulheres Feira solidária
Todas as quintas-feiras de março haverá debates sobre as questões de interesse das mulheres (e, por extensão, dos homens) na Casla (Casa Latino-americana). No dia 8 será realizada manifestação dividida em oito atos, sendo que cada um refere-se a uma perspectiva de luta das mulheres.
Debates das quintas-feiras
As quintas-feiras de março serão dedicadas ao debate e reflexão sob uma ‘Mirada Feminina’. Os encontros serão às 19 horas, na Casa Latino-americana (Casla), à rua João Manuel, 140, São Francisco, Curitiba.
6 de março – Percepções Femininas, a política, o social e a cultura, com Marlene Tamanini, José Eduardo e Estefani (Núcleo de Estudos de Gênero da UFPR) e Darli Sampaio (Cepat).
13 de março – Exibição do filme ‘A excêntrica família de Antônia’ (Oscar de filme não inglês), e debate com Vânia Vaz da Silva).
20 de março – Mesa redonda com o tema O feminino no global, com Estela (Movimento dos Carrinheiros), Isabel (MST) e Gleisi Hoffmann.
27 de março – Noite Cultural: Batuque, ciranda, confraternização, organizada pela Rede de Mulheres Negras e Marcha Mundial das Mulheres.
Manifestação do dia 8 de março
A manifestação do Dia Internacional da Mulher terá início às 9 horas, com concentração na Praça Santos Andrade,
Ato I – Em frente à UFPR, na Pç Santos Andrade, com o tema Mulheres em luta por educação pública de qualidade, inclusiva e não sexista.
Ato II – Em frente ao INSS, na Pç Santos Andrade, com o tema Mulheres em luta pelo reconhecimento do trabalho doméstico e pelo direito à aposentadoria às donas de casa.
Ato III – Em frente ao Ministério da Fazenda, à rua Mal. Deodoro, com o tema Mulheres em luta por mudanças na política econômica e em defesa de uma sociedade justa e igualitária.
Ato IV – Em frente à catedral, na Pç Tiradentes, com o tema Mulheres em luta pelo fim de todas as formas de violência contra as mulheres.
Ato V – Em frente ao Mercadorama da Pç Tiradentes, com o tema Mulheres em luta por trabalho e condições dignas, pela redução da jornada de trabalho e pelo aumento do salário mínimo.
Ato VI – Em frente às lojas Diva e C&A, com o tema Mulheres em luta pelo fim da ditadura da beleza e da mercantilização de seus corpos e em defesa dos direitos sexuais e reprodutivos.
Ato VII – Na frente da lanchonete McDonalds, com o tema Mulheres em luta contra os alimentos transgênicos e o agronegócio, pela soberania alimentar dos povos – terra, água e alimento saudável.
Ato VIII – Na Boca Maldita, com o tema Mulheres em luta pela integração latino-americana e em defesa das mulheres migrantes.
Durante todo o dia 8, na Boca Maldita, será feita a Feira Solidária, com produtos da Economia Solidária e agroecológicos produzidos pelo MST. O objetivo é divulgar nova lógica de produção, consumo e integração.

Artigo de opinião – Por que as pessoas têm medo de rato?
Por Ana Carolina Pacífico, jornalista. Hoje pela manhã, bem cedo, levei um susto ao ver um rato na rua, bem próximo ao meu pé. Ele apareceu do nada, saindo de um arbusto. Meu primeiro instinto foi sentir repulsa, mesmo que






