Os trabalhadores da Fundação de Ação Social reclamam, nas
redes sociais, de terem levado calote em
seus contracheques. Eles deixaram de receber a segunda parcela da gratificação
de risco, conforme o Decreto 1385, do final de dezembro. O valor gira em torno
de R$ 170. Soma-se a isso o pagamento retroativo que deveria ocorrer também,
atingindo quase R$ 300 que não foram registrados nos contracheques.
Os servidores da FAS também participaram do ato em frente à
Câmara Municipal em 2 de fevereiro justamente contra o primeiro calote. Naquela
época já não foi paga 2ª parcela da extensão da gratificação de risco. Esse
valor deveria ser pago em janeiro de 2015. Pelo menos dois mil servidores
sofreram com o calote.
A extensão da gratificação de risco foi negociada com a
presidenta da FAS Márcia Fruet no primeiro semestre de 2014. Ela foi fatiada
até 2017. A segunda parcela seria paga em janeiro de 2015, a terceira em
janeiro de 2016 e a quarta em 2017. Contudo, com o decreto, esse processo teve
alterações sem a concordância dos trabalhadores.
O Sismuc está apurando
o não pagamento da gratificação e cobrando da Fundação um posicionamento.







