Educadoras entram em greve de fome e se acorrentam à Prefeitura

A opção do prefeito Gustavo Fruet em negociar com as educadoras teve consequências graves. Hoje, o governo municipal chamou uma mesa de negociação às 15 horas com o prefeito. No entanto, ele não apareceu. Em virtude disso, seis educadoras decidiram iniciar greve de fome se acorrentarem em frente ao prédio da Prefeitura a partir das 21h30 de 21 de março de 2014.


Elas seguiram nesta condição até que o prefeito entenda que é necessário negociar com as trabalhadoras. A pauta histórica é a isonomia com o magistério na jornada de trabalho e salarial.

Estão acorrentadas as educadoras e dirigentes sindicais Irene Rodrigues, Alessandra Oliveira, Ana Paula Cozzolino, Poliana, Fabíola e Michele.

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