
Vitor Puppi, “reizinho” das finanças de Curitiba, nega vale-alimentação, mas articula R$ 27,6 milhões para sua “guarda real”
No xadrez político de Curitiba, o orçamento não é um recurso público, é um tabuleiro de privilégios. Na abertura desta jogada, a figura de Vitor Puppi — o “reizinho” das finanças — assume o papel de mestre enxadrista. Enquanto age

