Distribuição de publicações do Sismuc é um sucesso

– Posso pegar o jornal e a
revista?

– Pode, claro.

– É que eu sou estagiária e
preciso estar bem informada.

Um diálogo assim tem sido comum logo
que o ponto de distribuição do Sismuc é colocado próximo ao tubo de desembarque
da Rua Lourenço Pinto, centro de Curitiba.

Ali, são deixados para mostra e
distribuição os materiais feitos pelo Sismuc, caso da revista mensal Ágora, do
Jornal do Sismuc (quinzenal), do Curitiba de Verdade e de publicações de outras
entidades, caso do jornal Brasil de Fato – além de adesivos, panfletos e cartilhas.

A procura é enorme. Cesar Schütz,
assessor do Sismuc, contabiliza que são retiradas cerca de 50 revistas por
jornada, nesta rua de grande circulação, que é a rua da canaleta. É fato:
as pessoas hoje querem informação. “E o interessante é que todo o tipo de gente
e de classe social retira os jornais”, comenta.

“Tudo o que é simples deve ser
feito. Como a revista Ágora é uma publicação voltada para mostrar a visão do trabalhador
para a sociedade como um todo, a banca é o mínimo que podíamos fazer”, afirma
Phil Batiuk, jornalista do Sismuc, um dos autores da iniciativa.

Embora simples, a ideia casa bem
com os princípios da comunicação do sindicato. Soraya Cristina, coordenadora de
comunicação, analisa que a comunicação do Sismuc tem o desafio de ganhar o
maior número de pessoas para a luta dos municipais:

“Com nossos materiais, o servidor
conhece melhor a cidade onde vive, e o papel do serviço público municipal fica
conhecido pela população”, afirma.