Em busca da isonomia

No dia 10 de agosto os servidores da prefeitura tem um encontro marcado. A assembleia geral da categoria decide sobre a aprovação de uma possível greve. O encaminhamento foi deliberado pelos servidores presentes na paralisação de 24 horas, onde foi aprovado um indicativo de greve. A principal exigência é a incorporação dos R$ 250 de remuneração variável aos salários para todos os servidores. 

A decisão foi tomada por unanimidade, em frente à câmara municipal, após as negativas do prefeito e da maioria dos vereadores em melhorar os projetos que alteram condições de trabalho. Das 14 emendas apresentadas pelo Sismuc, por meio dos vereadores de oposição, apenas 2 foram aprovadas. O objetivo era acabar com as discriminações impostas pelas proposições de Ducci.

Cerca de mil pessoas participaram da concentração e da passeata. Segundo estimativa da diretoria do sindicato, aproximadamente 50% dos servidores aderiram ao movimento, em protesto aos baixos salários. 

Por tratamento igual para todos


Com a paralisação, os servidores arrancaram uma reunião, no mesmo dia, com os secretários Maria do Carmo de Oliveira, de recursos humanos, e Luiz Fernando Jamur, de governo. Os trabalhadores defenderam o aumento salarial por meio da incorporação das remunerações variáveis. Uma das questões mais apontadas foi o fato de que a maior parte dos servidores não foi incluída no “pacotinho” de Luciano Ducci. 


“Nós não queremos que apenas os médicos e procuradores ganhem bem. Mas queremos que todos sejam tratados da mesma forma, tenham os mesmos avanços”, destacou a secretária de assuntos jurídicos do Sismuc Irene Rodrigues. 
 
A assembleia inicia 19 horas, na sede do Sismuc, e todos os servidores da prefeitura estão sendo chamados para participar.
 
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