Protesto na CMC é marcado por manobra e intransigência

O protesto contra o presidente do legislativo João Cláudio Derosso (PSDB), envolvido em escândalos por beneficiar a sua esposa Claudia Queiroz Guedes em uma licitação de contratos publicitários, acabou em revolta. Na câmara municipal de Curitiba, hoje à tarde, manifestantes foram impedidos de entrar e acompanhar os trabalhos e de pedir explicações sobre o caso. O prefeito (que iria discursar) e o vereador Derosso não compareceram.

Ato
A proposta do ato era pedir explicações acerca das denúncias contra Derosso, relativas a contratos de publicidade da câmara e à suposta contratação de fantasmas da Assembleia. 

Contudo, o clima esquentou após um segurança da câmara tomar das mãos de um manifestante uma bandeira da União Nacional dos Estudantes. Houve início de conflito entre estudantes e seguranças. Os guardas municipais foram chamados para controlar a situação.

Ao final da sessão, foi feito um cordão de isolamento para que os cargos comissionados e os vereadores pudessem passar.

Manobra
A estratégia da prefeitura de colocar funcionários comissionados em local público do plenário (identificados por selo de acesso) impediu a entrada e participação de cidadãos e manifestantes.

Em ato realizado no dia 20 de junho, servidores municipais passaram pela mesma situação. As vagas no plenário estavam todas ocupadas por cargos comissionados da prefeitura.
 
Texto: Imprensa Sismuc 
 

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