Professoras de CMEI no Tatuquara promovem panfletagem

As profissionais do CMEI Flora Munhoz da Rocha, localizado
no bairro Tatuquara, promoveram com apoio do SISMUC, na manhã desta
quarta-feira, 10 de outubro, uma panfletagem e uma conversa com a comunidade
para alertar sobre a falta de professores na unidade e o não pagamento da
gratificação de difícil provimento. A ação contou com apoio dos pais de alunos
da unidade.

O CMEI está com três
salas fechadas porque não tem professores para atender e as salas que funcionam
estão com o quadro reduzido, totalizando oito professoras, sendo que seriam
necessárias pelo menos nove, sem considerar as licenças e faltas ocasionais de
profissionais.

A falta de professores é um problema que precisa ser
resolvido pela Prefeitura que não está cumprindo o que foi deliberado no
Conselho Municipal de Educação onde se prevê o número de professores por aluno.

O CMEI é um dos seis equipamentos da Prefeitura de Curitiba
que não recebem o difícil provimento, que garante 30% de gratificação para
CMEIs e escolas localizadas na região do Tatuquara, conforme a lei 12.114/2007.
O Flora Munhoz da Rocha fica ao lado do CMEI Vó Anna, equipamento onde os
profissionais recebem a gratificação de 30%, o que caracteriza tratamento
diferenciado entre as unidades, além da alta rotatividade de servidores,
desgaste físico e emocional das profissionais. Na última semana as professoras
do CMEI Gerdt Guenther Hastschbach, também no Tatuquara, também realizaram uma
ação de panfletagem cobrando o pagamento da gratificação que elas têm direito.

As professoras já tiveram o pedido negado pela Prefeitura em
vários protocolos, e estão agora conversando com a comunidade para que acionem
a administração pelo 156.

A falta de funcionários e o descumprimento da lei
12.114/2007 nos equipamentos da administração municipal no Tatuquara é um
problema comum na Regional, que a direção do SISMUC está percebendo nas visitas
à base nos vários equipamentos.

A mobilização dos servidores municipais de Curitiba é muito
importante para cobrar que seus direitos sejam reconhecidos e respeitados.

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