Número de trabalhadores do SUS diminui em apenas cinco anos

Reunião da comissão de Recursos Humanos do Conselho Municipal
de Saúde (CMS), feita ontem (28/02), realizou debate sobre o teto salarial dos
servidores e o debate recaiu sobre o modelo de saúde, relata Irene Rodrigues,
coordenadora geral do Sismuc.

“Defendemos que nenhum servidor usou meios ilegais sobre o seu
salário, mas ao longo dos anos as gestões foram displicentes na construção de
legislações. Por isso, os servidores não podem ser punidos”, avisou.

Ao final da reunião, apontou-se que, frente à qualquer mudança no
modelo de atenção básica, a remuneração do servidor não pode ser alterada. 

O
assunto deve ser debatido em pleno do Conselho, na reunião de maio.

Reposição de recursos
humanos

Outro ponto abordado foi a reposição de recursos. A gestão informa
que haverá contratação de 228 profissionais a partir de concursos vigentes.
Serão 31 enfermeiros, 58 médicos, 139 técnicos de enfermagem, de acordo com
site da Prefeitura.

Mas o sindicato aponta que esses números não representam um
incremento de profissionais da rede, pois refletem só as saídas do quadro de
2017. Não representa servidores novos, de acordo com a própria fala da gestão,
ressalta Irene Rodrigues.

O déficit segue grande. De 2012 para cá, mesmo com a abertura
de novos serviços e novos equipamentos, reduziu-se o número total de
trabalhadores do SUS. Passou de 7500 (2012) para 6654 no primeiro quadrimestre
de 2017. No total, são 846 servidores municipais da área de saúde a menos.

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