Municipais fazem vigília contra pacotaço

A noite promete ser longa em Curitiba. Os projetos de lei que tratam da retirada de direitos dos servidores municipais em regime de urgência devem ser apreciados apenas na manhã do dia 20 de junho (terça-feira). No entanto, na segunda, um forte esquema de segurança já foi montado para que os trabalhadores não ocupem o Palácio Rio Branco. Na semana passada, os grevistas impediram que vereadores entrassem no prédio para votar. Além deles, trabalhadores concursados da Câmara Municipal também aderiram ao movimento. Isso impediu que a bancada governistas aprovasse o pacotaço.

Uma semana depois, o mesmo cenário se pinta. Vereadores pretendem aprovar o projetos sem discutir qualquer alteração que atenue o impacto nos salários e carreiras dos servidores. Por outro lado, para não serem impedidos de votar, se cogitou dormir no prédio. Com isso, evitam entrar no camburão – cena que marcou os deputados estaduais paranaenses para aprovar o Pacote de Maldades do governador Beto Richa em 2015.

Mas os servidores municipais também estão precavidos. Eles decidiram realizar uma vigília em torno de todo o quarteirão. “A ideia é fiscalizar quais vereadores vão se esconder dos trabalhadores para aprovar o projeto. A vigília começou às 22h00 e deve se estender por toda a madrugada”, conta a coordenadora de comunicação do Sismuc, Soraya Zgoda.

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