Mesa de negociação com Fundação: segue a rima

A negociação em mesa específica, entre os servidores da
Fundação Cultural de Curitiba (FCC) e a gestão, dia 24, esbarrou no mais novo muro construído
pelo prefeito Rafael Greca (PMN): o Plano de Recuperação de Curitiba, apelidado
pelos servidores municipais de “pacotaço do ajuste fiscal”.

Esta foi a justificativa, por exemplo, para não avançar no
diálogo sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Salários, item número 1 (ou até
mesmo número zero…) da pauta do Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba
(Sismuc) entre dez demandas dirigidas para a gestão, relata Casturina Berquó,
coordenadora do Sismuc.

Nessa pauta, Sindicato, gestão e Instituto Municipal de
Administração Pública (Imap) passaram três anos elaborando o Plano de Carreira
da FCC, que chegou a ser enviado para a Câmara ainda na gestão Fruet e não
chegou a ser votado.

“O absurdo é que o impacto se dá sobre menos de 150
servidores. Diante da situação da Fundação Cultural, é capaz que não a tenhamos
em 2019”, critica Casturina.

O item consensualizado com a gestão se refere à exigência de que servidores de carreira ocupem cargos na administração. A informação oficial é de que 90 por cento já são do quadro da própria FCC. 

Gestão justifica problemas em equipamentos e ergonomia do trabalho

O sindicato informou sobre a situação do Museu de Gravura e do Centro de Criatividade do Parque São Lourenço, o que inclusive impediu a realização de dois cursos no caso do parque, afirma Casturina. A administração, por sua vez, afirma que “foi realizado levantamento da situação dos imóveis da FCC e está elaborando plano emergencial para os imóveis em risco” – segundo consta na ata da reunião.

No tema da Saúde do Trabalhador, a gestão também argumenta que “está iniciando a troca do mobiliário para melhorar as condições de trabalho juntamente com o Comitê de Ergonomia. Este item ficou parcialmente acordado entre as partes.






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