Para diretora do Sismuc, sentimento de descontentamento dos moradores fortalece a luta

Os atos regionalizados do Sismuc nas regionais de Curitiba simbolizam mais uma etapa cumprida antes da assembleia do dia 17 de abril. As visitas aos bairros fizeram parte das mobilizações da campanha de luta e teve por objetivo abrir o diálogo com a sociedade. Nesta quarta-feira(12), os dirigentes sindicais fizeram  panfletagens , encerrando os atos nos bairros Cajuru, CIC, Portão e em Santa Felicidade.

O objetivo da ação foi envolver servidores e população e denunciar o pacotaço de ajuste fiscal do prefeito Rafael Greca. A retirada de direitos proposta pela gestão está elencada no projeto enviado para a Câmara dos Vereadores, mas servidores e comunidade reprovam o projeto do governo municipal.

“O que estamos vendo nas ruas é o reflexo das eleições. Os cidadãos não elegeram esse projeto de governo. O povo está reconhecendo que não há compromisso nenhum de Rafael Greca, pois as reações são claras. Há um descontentamento e, por isso, temos recebido muito apoio dos moradores próximos das regionais onde fizemos os atos. Eles nos apoiam porque nós, enquanto servidores, sabemos a realidade dos usuários dos serviços públicos. E eles deveriam usar as redes sociais para denunciar a situação dos seus bairros. O prefeito fica em seu gabinete, ou seja, não conhece a realidade da população de periferia”, depõe a coordenadora de Finanças do Sismuc, Rosimeire Barbieri.

O Sismuc entra em greve no próximo dia 18 para tentar pressionar o prefeito e impedir a aprovação do pacote de maldades, pois, caso o projeto seja aprovado na Câmara dos Vereadores, servidores e a população de Curitiba serão os maiores prejudicados.

CMEIs e escolas sofrem com defasagem de profissionais

Falta de professores, CMEIs com estruturas defasadas e, agora, mais um grande problema encontrado na educação pública da cidade inteligente. A Secretaria de Educação de Curitiba tem feito o dimensionamento dos profissionais que atuam nas escolas especiais, ou seja, vem

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