Debaixo de chuva, servidores mobilizam regional Pinheirinho

Fim de tarde. Chuva forte. Correria do trabalho para casa. O
objetivo da mobilização do Sismuc era cumprir a definição dos servidores
públicos municipais, feita em assembleia no dia 31 de março.

Com isso, os servidores estão panfletando em cada regional
da cidade, como forma de preparação para a greve do dia 18 de abril.

São entregues os materiais Curitiba de Verdade e o povo dos
bairros, no entorno da UPA Pinheirinho e do terminal, é avisado sobre os cortes
que o prefeito Greca pretende com os 12 projetos enviados para a Câmara
Municipal – medidas que abalam os usuários e os trabalhadores do serviço
público.

“Se há problema no atendimento, reclamem para o prefeito,
responsável pela falta de profissionais”, declara Irene Rodrigues, coordenadora
geral do sindicato, citando medidas que oneram a população, caso do aumento do
imposto sobre o lixo e sobre transação imobiliária.

Agora, a recomendação é que cada servidor participe da greve do dia
18 de abril. Um dia antes, acontece assembleia do Sismuc.

E que a população se manifeste, ligue para o 156, proteste.
O que está em jogo é a qualidade do serviço público.

Congelamentos

Soraya Cristina, diretora de comunicação do sindicato,
elenca algumas medidas do pacotaço de Greca que levaram os servidores a
decretar a greve do dia 18 de abril:

“A maior perda que temos é a questão do congelamento de salários, do nosso plano de carreiras, no caso dos professores, e o achatamento
do décimo terceiro”, denuncia.

CMEIs e escolas sofrem com defasagem de profissionais

Falta de professores, CMEIs com estruturas defasadas e, agora, mais um grande problema encontrado na educação pública da cidade inteligente. A Secretaria de Educação de Curitiba tem feito o dimensionamento dos profissionais que atuam nas escolas especiais, ou seja, vem

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