Trabalhadores de escola preparam campanha de valorização

Os trabalhadores de escola se reuniram no coletivo para
continuar a preparação de uma campanha específica de valorização. Eles cobram
da gestão municipal mais valorização, uma vez que foram deixados de fora do
plano de carreira. A ideia é que essa campanha seja apresentada até a primeira
semana de maio, quando é comemorado o “Dia dos Auxiliares de Serviços Escolares”.

Outra pauta discutida no coletivo é a necessidade de
concluir o curso ProFuncionário. O sindicato vai encaminhar ofício para o Instituto Federal do Paraná (IFPR) pedindo esclarecimentos sobre a formatura
dos trabalhadores que participaram do programa em 2015 e 2016. Não foi dada
nenhuma expectativa dessa conclusão. A formatura estava prevista para março.

Eles dependem da entrega do diploma para poderem dar entrada
no pedido de crescimento vertical, que está previsto para 2017. “Os
trabalhadores de escola estão ansiosos e sem entender porque a data da
formatura ainda não foi marcada. A gente sabe que a documentação é fundamental
para a valorização dos profissionais”, cobra Rosimeire Barbieri, coordenadora
do Sismuc.

Materiais

A categoria também está ampliando o debate via redes
sociais. A ideia é acelerar ainda mais o debate via Whatsapp para, nos
coletivos, serem tomadas apenas decisões. O grupo deve discutir direitos, a
precarização de trabalho, entre outras coisas. Está sendo preparada uma
camiseta para dar visibilidade da luta e panfletos e cartazes para dialogar com
a população.

Apoios
administrativos

Os profissionais que trabalhavam como apoio administrativo
retornaram a ser apoio escolar. A mudança ocorreu, segundo a Prefeitura de
Curitiba, porque esses profissionais estariam em desvio de função. O Sismuc
encaminhou um ofício para a Secretaria de Educação solicitando reunião para
discutir a remoção desses profissionais. Esse encontro deve abranger a
secretaria, o Sismuc e a comissão de trabalhadores eleita em coletivo extraordinário.

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