É estarrecedor a capacidade dos gestores temporários da cidade de Curitiba para trazer problemas à vida do trabalhador do serviço público municipal. Quando se imaginava que a política perversa de incentivo ao acirramento e disputa entre servidores (por alçar lugares no plano de carreira) via procedimentos concorrenciais de crescimento, somado a critérios duvidosos que sujeitam o servidor à subjetividade na avaliação para receber remunerações variáveis não incorporáveis a aposentadoria, punindo ainda o servidor adoecido com menor vencimento quando trata da saúde e deixa de comparecer ao trabalho, eram os nossos pesadelos na condução da gestão de pessoas na prefeitura de Curitiba, agora temos também a ameaça da instalação do banco de horas via lei municipal.

No 2º quadrimestre deste ano, despesa com FEAS ultrapassou R$ 200 milhões
Na manhã de ontem (29), o SISMUC esteve na Câmara Municipal para acompanhar a audiência de prestação de contas do 2º quadrimestre da gestão da saúde. Constatamos que, enquanto a Fundação Estatal de Atenção à Saúde (FEAS) recebe aportes volumosos






