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  • 19/09/2019 Saúde

    Coletivos da FAS, Saúde e Fiscais expõem a falta de condições de trabalho dos servidores

    Coletivos da FAS, Saúde e Fiscais expõem a falta de condições de trabalho dos servidores
    Repórter da base
    A falta de condições para realização do trabalho com qualidade e as práticas de assédio contra os servidores foram temas trazidos pelas categorias para o sindicato

    Durante este mês de setembro as diferentes categorias de servidores públicos municipais se reuniram em coletivos na sede do SISMUC para debater a data-base, o reajuste salarial, a manutenção do auxílio-transporte e as ações para barrar a terceirização do serviço público. A falta de condições para realização do trabalho com qualidade e as ações de assédio contra os servidores foram temas trazidos pelas categorias para o sindicato. A paralisação de atividades foi proposta por diferentes categorias.

    As reuniões tiveram início no último dia 9 de setembro com o coletivo da Saúde. Na ocasião foi deliberada a realização de uma assembleia dos agentes de combate de endemias, para discutir a deflagração de uma greve. Conforme os servidores, a situação da categoria está insustentável com condições precárias para realização da atividade. Os agentes reivindicam o pagamento de gratificação por insalubridade, risco social, risco de vida e psicossocial entre outras questões. A falta de insumos para realizar os procedimentos também foi mais uma vez denunciada por trabalhadores da Saúde, assim como a ameaça de terceirização das UPAs Cajuru, Boa Vista e Sítio Cercado. Sobre a terceirização, a categoria irá debater as ações durante assembleia geral no próximo dia 25 de setembro, e planeja um ato no próximo dia 30.

    Nos coletivos da FAS, que debateu as dificuldades no atendimento especial e básico, foi encaminhada uma proposta para realização de um seminário com objetivo de discutir a situação dos abrigos abertos. A falta de pessoal para o atendimento, de regras para uso de celulares e para ministrar medicamentos nos usuários também estão afetando o trabalho dos servidores. Foi encaminhada a solicitação para presença de guarda municipal 24 horas nos equipamentos de alta complexidade, pois os abrigos têm recebido ex-detentos e pessoas com perfis de psicopatia e esquizofrenia que não deveriam estar nestes espaços, entre outros problemas relatados.

    Durante o coletivo dos fiscais, os trabalhadores da Limpeza Pública declararam que pretendem entrar em greve. A categoria luta para receber gratificação de risco pela atividade, antiga reivindicação que a Prefeitura não reconhece como direito. O sindicato vai intermediar uma mesa de negociação junto à administração municipal e mobilizar os demais fiscais. Outros encaminhamentos tirados foram sobre a realização de curso de formação, uma vez que a Prefeitura não oferece, para os fiscais preencherem os diferentes autos e formulários, e a definição de um modelo de distintivo para identificar os fiscais.

    Com relação aos coletivos dos servidores da SMELJ e FCC houve pouca participação, devido ao desmonte promovido por diferentes gestões que não valorizam as carreiras específicas das duas secretarias. Atualmente FCC e SMELJ contam com grande número de servidores terceirizados ou emprestados de outras secretarias.

    Na próxima quarta-feira (25) vamos realizar uma assembleia conjunta dos servidores municipais, às 18h30 na sede do SISMUC. Participe e chame seus colegas de trabalho!. A união faz a força e juntos enfrentaremos os ataques mostrando nossa indignação e construiremos uma grande Campanha de Lutas 2019 em defesa da data-base e dos serviços públicos.

    Imprensa SISMUC
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