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  • 01/03/2021 Saúde

    Vacinação, EPIs e luta contra a terceirização são destaques do coletivo da saúde

    Vacinação, EPIs e luta contra a terceirização são destaques do coletivo da saúde
    Arte: Ctrl S
    Discussão sobre a pauta de reivindicação específica da categoria evidenciou a luta por condições de trabalho

    Os servidores da área da Saúde se reuniram virtualmente na noite da quinta-feira (25) no coletivo da categoria. No encontro foram discutidas coletivamente as reivindicações específicas da categoria para a campanha de lutas de 2021.

    A preocupação com o avanço das terceirizações durante a gestão Greca foi evidenciada pelos trabalhadores, bem como as falhas nas medidas de proteção para aqueles que estão na linha de frente do combate ao coronavírus.

    Ao invés de reconhecimento pelos serviços essenciais prestados no enfrentamento à pandemia, o que os servidores da saúde têm recebido dessa gestão é descaso e desvalorização.

    Por isso, entre as reivindicações está a disponibilização de EPIs em quantidade suficiente e medidas de proteção aos trabalhadores da área. A vacinação para todos os trabalhadores da Saúde, inclusive os que estavam em férias, LTS ou afastados durante pandemia também é um dos pontos de luta da categoria.

    Contra a terceirização

    A verdade é que o desgoverno Greca tem aproveitado o cenário pandêmico para avançar na terceirização das UPAs. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a UPA Boqueirão, que após o fechamento para se transformar em leitos hospitalares, teve sua equipe transferida para outros locais de trabalho.

    E a ameaça também se estende para as unidades básicas de saúde. Greca fechou vários locais no que ele chamou de reordenamento, durante a pandemia. Mas, qual é a garantia de que todos esses postos de saúde serão reabertos?

    Para fortalecer o sistema de saúde público, os servidores também pedem mais contratações via concurso público, uma vez que as contratações por PSS ou via organizações sociais precarizam as condições de trabalho e pioram as condições de atendimento à população.

    Diante de tantos ataques é necessário estar em constante vigilância contra governos que querem precarizar e acabar com o serviço público. Por isso, além das reivindicações específicas dos trabalhadores da saúde, a luta contra a Reforma Administrativa também foi levantada pelos participantes, destacando a importância de barrar esse ataque.

    Uma campanha de lutas vitoriosa é resultado da mobilização da categoria. Só com a união das categorias e dos usuários do serviço público é possível defender os direitos. Firmes!

    Imprensa SISMUC e SISMMAC
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