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  • 06/04/2021 Saúde

    UPA Fazendinha é a nova vítima da sede de terceirização de Greca

    UPA Fazendinha é a nova vítima da sede de terceirização de Greca
    Arte: CtrlS
    Greca se aproveita da pandemia que pressiona o sistema de saúde para avançar no plano de terceirização
    Na segunda-feira (5), mais uma vez a saúde em Curitiba foi desrespeitada pela gestão Greca. A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Fazendinha é mais uma das unidades que a Prefeitura tenta terceirizar. Dessa vez a gestão avisou os servidores que estes serão realocados até o dia 12 de abril e que depois disso a Fundação Estatal de Atenção em Saúde (FEAS) iria assumir a gestão do local.

    É incrível como mesmo durante a pandemia – quando a saúde pública provou que é a principal aliada da população que necessita de atendimento – Greca continua com sua sede de terceirização. Esse deveria ser o momento de fortalecimento do sistema público de Curitiba, com mais investimento e contratações de servidores via concurso público, e não de medidas que entregam os serviços públicos de bandeja para a iniciativa privada.

    Os servidores municipais têm lutado constantemente contra a terceirização. Mas, enquanto os servidores se desdobram em UPAs e hospitais lotados e com as unidades básicas tendo que atender casos de urgência e emergência, a administração se aproveita para tentar passar a terceirização a todo o custo!

    Bandeira laranja é uma farsa, e controle da pandemia também é!

    A gestão Greca adora aparecer nas unidades para dizer que o desmonte da saúde é temporário e que tudo é culpa da atual situação da pandemia. Mas, alguém ainda acredita nessa lorota? A responsabilidade do que tem acontecido em Curitiba é da Prefeitura! Greca tem nas mãos o sangue dos trabalhadores que morreram por Covid, e dos que ainda vão morrer. O desprefeito também carrega a responsabilidade pela falta de comida e pelo desemprego de uma grande parcela da população.

    Com um número de mortes ainda alto e mais de 10 mil casos ativos de coronavírus na cidade, Greca e a Secretária de Saúde, Márcia Huçulak, acham que é uma excelente ideia mudar a cor da bandeira e reduzir as restrições na cidade enquanto apenas um hospital apresenta uma taxa de ocupação de leitos de UTI menor do que 90%.O desrespeito com os servidores vai além! Além da mudança de bandeira que entrou em vigor nesta segunda-feira (5), neste mesmo dia a Secretária de Saúde fez questão de ir até a UPA Fazendinha para anunciar a entrada da FEAS como administradora do local. Os servidores que dão a sua vida no local para salvar a vida da população, foram mais uma vez desrespeitados!
    Imprensa SISMUC
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