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  • 03/07/2015 Geral

    Existem alternativas ao problema do lixo?

    Existem alternativas ao problema do lixo?
    Foto: Manoel Ramires
    Na última matéria da Série Negócio Sujo, especialista defende que problema do lixo passa por melhor separação e por preservação dos rios.

    As denúncias sobre a situação de aterros sanitários e lixões esbarram sempre na pergunta sobre o que pode ser feito para solucionar o problema da destinação do lixo produzido, no Paraná e no Brasil todo.

    A primeira reflexão se refere ao aprofundamento do processo de separação de lixo domiciliar. A dirigente do Sindicato dos Servidores Públicos Estaduais da Secretaria da Agricultura, Meio Ambiente, Fundepar e Afins (Sindseab), Laura de Jesus, é quem faz esta reflexão. “Há necessidade de mais reciclagem. O lixo separado (em Curitiba e RMC) alcança somente em torno de 21 por cento, e nem tudo que é separado vai para a reciclagem, porque também tem a qualidade do que é separado”, resume.

    Rios podres

    Outro problema apontado por Laura é a situação dos rios de Curitiba, que se soma ao problema do lixo, uma vez que os resíduos são atirados nos rios da capital, hoje todos mortos. Faltam campanhas populares nestes sentido, avalia Laura.

    “É preciso um trabalho sério na questão da água, depois vem o resto. Curitiba tem esse problema, porque 100 por cento dos rios estão contaminados, nascentes não se respeitam”, critica.

    Saída: exemplo de Bituruna

    A cidade de Bituruna, no do Paraná, contém um exemplo importante. Dentro do princípio de que as cidades devem conter os próprios aterros, ao invés de aumentar a concentração do lixo nas cidades-pólo, a cidade de Bituruna hoje realiza compostagem do lixo produzido na cidade e ainda emprega os carrinheiros da região. Como assalariados, os trabalhadores têm direito ao refeitório, entre outros direitos.

    Pedro Carrano
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