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  • 22/04/2021 Saúde

    Greca ainda não se manifestou sobre sugestão para pagamento de gratificação para servidores da saúde

    Greca ainda não se manifestou sobre sugestão para pagamento de gratificação para servidores da saúde
    Arte: CtrlS
    CMC recomendou pagamento de gratificação temporária aos servidores e empregados públicos que estão no enfrentamento da Covid-19
    Passado um mês desde a aprovação na Câmara de Vereadores de Curitiba (CMC) da sugestão legislativa recomendando o pagamento de gratificação temporária para os servidores e empregados públicos municipais da saúde, que estão atuando no combate da Covid-19, a gestão do desprefeito Rafael Greca ainda não se manifestou sobre o assunto.

    A medida seria um benefício para compensar os riscos que os trabalhadores da saúde estão correndo desde março de 2020. São servidores que estão trabalhando ininterruptamente, muitas vezes sem equipamentos de proteção individual (EPIs) de qualidade e sem condições adequadas de trabalho, em situação que tem gerado stress e até adoecimento de servidores.

    A sugestão aprovada é para implantação de uma gratificação temporária de 20% sobre o vencimento inicial de empregados e servidores públicos, por desempenho de atividades em local destinado ao enfrentamento da pandemia. Conforme o sistema da CMC, a recomendação foi enviado via ofício para a Prefeitura em 18 de março. 

    O SISMUC já havia levado a sugestão para pagamento de uma gratificação para os trabalhadores da linha de frente da pandemia, para a mesa de negociação com a administração municipal no ano passado, mas não houve avanço. E agora? A gestão não vai se manifestar sobre a sugestão aprovada pelos vereadores?

    Mesmo não sendo uma obrigação do Executivo responder as sugestões legislativas, os servidores se perguntam porque não houve uma manifestação.

    Falta vontade política ao desprefeito Greca para valorizar e reconhecer a dedicação dos servidores da saúde. Ao invés de valorizar, a gestão tem aproveitado a pandemia para avançar no desmonte do sistema de saúde pública e a terceirização dos serviços públicos, como aconteceu nas UPAs Boqueirão e Fazendinha, onde os servidores foram remanejados de um dia para o outro, para abrir espaço para Fundação Estatal de Atenção Especializada na Saúde (FEAS) , que assumiu a administração das unidades e colocou outros trabalhadores no local. Assim como também aconteceu com servidores das Unidades Básicas de Saúde (UBS) que foram remanejados para dar suporte no atendimento para Covid-19 e passaram a trabalhar nos finais de semana sem garantia de receber hora extra.

    Seguimos cobrando a valorização dos servidores municipais de todas as áreas. São eles que fazem o atendimento e mantêm os serviços funcionando para usuários. Unidos somos fortes!
    Imprensa SISMUC
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