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  • 24/10/2019 Saúde

    ACEs sofrem pressão e ataques durante jornada de trabalho

    ACEs sofrem pressão e ataques durante jornada de trabalho
    Repórter da base
    A gestão Greca insiste em fechar os olhos para as necessidades dos servidores. Falta priorizar serviço público!
    Mobilizados, os agentes de combate às endemias (ACEs) se reuniram em assembleia na sede do SISMUC para deliberar os próximos passos do movimento que iniciaram no último dia 30 de setembro. Em pouco mais de 10 dias, desde que retornaram para a atividade nas Regionais, os ACEs já foram vítimas de assalto, mordidas de animais, estão proibidos de trabalhar em duplas, estão sofrendo assédio moral e sendo enviados para locais desconhecidos, sem saber dos riscos, durante o Levantamento de Índice Rápido de Infestação, o chamado projeto LIRA.

    Na segunda-feira, 28 de outubro, os ACEs vão aderir a paralisação dos servidores municipais! Vamos mostrar que não abrimos mão dos direitos duramente conquistados e que não aceitaremos que a gestão Greca continue sucateando saúde, educação, assistência social, cultura e demais direitos sociais.

    Trabalho

    Os ACEs retornaram aos locais de trabalho após 15 dias de greve, porque sabem que é crescente os casos de dengue em regiões vizinhas à Curitiba e na cidade houve um aumento de 76% nos registros da doença neste ano em comparação com 2018. Com o material coletado pelos agentes é calculado o índice de infestação de mosquitos causadores de doenças como dengue, zika, chikungunya, febre amarela entre outros, e planejadas as ações de saúde pública. 

    Diante dos ataques sofridos durante a jornada de trabalho o que a gestão Greca tem feito? Desvalorizado os ACEs. São pouco mais de 60 agentes para fazer o trabalho em toda Curitiba, sendo que o mínimo necessário seriam de ao menos 200.

    Durante a greve, a gestão não negociou as reivindicações da categoria, usou as forças de segurança para impedir a entrada no edifício Laucas e demonstrou não estar preocupada com a qualidade do trabalho feito pelos agentes de combate às endemias. Inclusive, em alguns momentos, a gestão tem dado orientações para que as informações sejam coletadas no portão, sem fiscalização dentro das residências e comércios.

    A verdade é que a gestão insiste em fechar os olhos para as necessidades dos servidores. O que falta é priorizar o serviço público acima de maçanetas, asfalto e brinquedos de natal!

    É urgente valorizar os trabalhadores que contribuem para saúde pública da cidade!

    A união faz a força e por isso os agentes de endemias continuam firmes! Unidos venceremos!

    Imprensa SISMUC
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