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  • 17/10/2019 Saúde

    SISMUC repudia o assédio moral sofridos pelos ACEs no seu trabalho

    SISMUC repudia o assédio moral sofridos pelos ACEs no seu trabalho
    Arte: Ctrl s
    Se já não bastasse todo o risco e condições de trabalho insalubres a que estão expostos, os agentes de combate às endemias agora sofrem com assédio moral por parte da gestão
    Falta de reconhecimento e baixa remuneração aliados às péssimas condições de trabalho levaram os Agentes de Combate às Endemias (ACEs) a fazer uma greve que durou mais de 15 dias. Durante esse período, os ACEs mostraram à população a importância do seu trabalho que combate doenças graves, como dengue, zika, chicungunha, entre outras.

    Mesmo sem a negociação por parte da Prefeitura, os agentes decidiram retornar aos seus locais de trabalho, preocupados com a população para que não ficasse desassistida. Mas, o que eles encontraram foi mais descaso. Agora, os ACEs têm sofrido assédio por parte da gestão. A exigência do mínimo de número de casas a serem visitadas durante o turno, impede que os agentes possam fiscalizar adequadamente cada espaço.

    A gestão também está exigindo produtividade além das condições, sendo que esses profissionais não recebem auxílio produtividade para isso. Com número de trabalhadores insuficientes, a chefia os obriga a burlar números e registrar mais visitas do que realmente são realizadas.

    As represálias também aparecem de formas variadas com cara feia e inclusive boicote aos atestados dos profissionais. Mas, vale lembrar que a greve é um direito dos trabalhadores. Os agentes estão lutando por salário e condições de trabalho dignas e merecem respeito por isso!

    Tudo isso só mostra que na verdade a gestão está mais preocupada com represálias do que com garantir o combate às doenças.

    Trabalho arriscado


    Os problemas enfrentados pela categoria, que sofrem riscos no seu dia a dia de trabalho, não foram resolvidos. Nesta semana, um agente foi mordido por um cão enquanto executava seu trabalho. Outro encontrou uma cobra durante a visita a uma propriedade.


    Esses são só dois exemplos mais recentes do dia a dia de trabalho de uma categoria que está sujeita a picadas de animais peçonhentos, contato com produtos químicos, materiais perfurocortantes, lixo hospitalar, além do risco de agressão pelos próprios moradores e até por traficantes.


    Mesmo com tudo isso, a Prefeitura ainda não reconhece que o trabalho dos agentes envolve riscos!


    O SISMUC repudia a atitude da gestão, que não negocia com os servidores e ainda os submete ao assédio. Exigimos mais respeito ao trabalhador!


    Paralisação dos servidores


    A luta dos ACEs também serve de inspiração para outras categorias. Os agentes mostram que não se intimidam com a truculência do desgoverno Greca. A categoria se junta ao restante do funcionalismo público na paralisação por 30 minutos do dia 28 de outubro. Vamos mostrar a força do serviço público de Curitiba!

    Imprensa SISMUC
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