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  • 03/12/2019 Saúde

    Servidores da saúde entram em greve a partir do dia 06 de dezembro contra a terceirização

    Servidores da saúde entram em greve a partir do dia 06 de dezembro contra a terceirização
    Arte: Ctrl S
    Em assembleia servidores debateram condições de trabalho e definiram ações para 2020

    Na última segunda-feira (2), os servidores e servidoras da saúde se reuniram em assembleia para se colocar em greve contra a terceirização da saúde em Curitiba. A mobilização que já acontece desde janeiro se intensifica a partir do dia 6 de dezembro. Os servidores continuam neste final de ano com os serviços normais, realizando outras ações de greve, já em 2020 a saúde se reunirá novamente em assembleia para organizar a paralisação.

    Não é de hoje que Greca vem tentando ampliar a terceirização! Aos poucos, o desprefeito já colocou seu plano de sucateamento em prática na UPA CIC e teve uma tentativa fracassada de terceirizar a UPA Pinheirinho, graças à mobilização dos trabalhadores e da comunidade.

    Para o desprefeito, tudo é questão de “economia” e o que a administração não conta é que ela é feita a partir do sangue e suor dos trabalhadores. A terceirização nada mais é do que: condições mais precárias de trabalho, com menor número de procedimentos disponibilizados e menos especialistas.

    Através da mobilização, os servidores têm barrado dia após dia a destruição da saúde. Não é à toa que Greca quer acelerar o processo e já tem dado indícios de que remanejaria os profissionais das três UPAs que estão na fila da terceirização.

    Contratações precárias não são a solução!

    Que Greca tem retirado direitos dos trabalhadores durante toda sua gestão, todos já sabem! Mas, o que o desprefeito tenta esconder é que grande parte do processo de terceirização da saúde vem com contratações cada vez mais precárias.

    O Instituto Nacional de Ciências da Saúde (INCS), Organização Social (OS) responsável pela gestão da UPA CIC em Curitiba, abriu processo seletivo para contratação de 326 profissionais. De acordo com o edital a OS não pretende pagar para os trabalhadores nem o piso salarial.

    É assim que Greca diz resolver os problemas da saúde, aceitando a contratação de trabalhadores sem o mínimo de condições de trabalho e sem direitos trabalhistas.

    INCS não tem nada de social

    Além de contratações precárias e economia às custas da saúde da população, o INCS responde a dois processos em São Paulo. O instituto, que até 2016 atendia pelo nome de Instituto Ciência da Vida, tem um processo por indícios de simulação nos processos de licitação. Já o segundo processo diz respeito ao pagamento de falsos médicos.

    Imprensa sismuc
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