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  • 02/10/2019 Na Pauta

    Sem avançar nas negociações agentes de endemias continuam em greve

    Sem avançar nas negociações agentes de endemias continuam em greve
    Repórter da base
    Categoria está promovendo ações junto a comunidade para explicar os motivos da paralisação
    Sem negociação com a Prefeitura na mesa de negociação dos agentes de combate às endemias, realizada na última terça-feira (1º), a categoria mantêm a paralisação por melhores condições de trabalho.

    Nesta quinta-feira (3) os agentes fazem uma ação de panfletagem e conscientização da comunidade na região do Pinheirinho, alertando sobre a importância do trabalho que desenvolvem. O que estamos querendo é um aumento proporcional no salário dos agentes de Curitiba, seguindo o aumento federal de 23,27%.

    O salário bruto dos agentes em Curitiba é de R$ 1.346,00, com os descontos não chega a R$ 1.000,00. O valor do piso nacional é de R$ 1.250,00 com previsão para chegar em R$ 1.400,00 em 2020. Apesar de Curitiba pagar um pouco acima do piso federal atual, os agentes de combate de endemias não foram contemplados com o aumento proporcional que foi aplicado no piso nacional da categoria, que era inferior a R$ 1.250,00.

    Empregados públicos da Prefeitura de Curitiba com contrato em regime de CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) os agentes de combate às endemias possuem um dos mais baixos salários da administração e sofrem com falta de estrutura para trabalhar, além de ataques de moradores que muitas vezes não entendem o trabalho que fazem.

    A categoria reivindica: salário normativo de R$ 2.018,69, pagamento de gratificação por risco de saúde, criação e implementação de plano de carreira, mudança na exigência de escolaridade para nível médio, com salário compatível com a escolaridade e implementação do quinquênio no valor de 5% no salário-base.

    A greve teve início na segunda-feira (30) com ato na Boca Maldita e caminhada até a frente da sede da Prefeitura. Na terça-feira estiveram no Edifício Laucas, onde fizeram ocupação pela manhã e voltaram para a frente do prédio que é sede da secretaria municipal de saúde, onde também estiveram na quarta-feira (2).

    Na mesa de negociação que aconteceu na terça-feira, a administração municipal só apresentou a promessa de atender as reivindicações em 2020.

    A greve continua por tempo indeterminado. Continuamos firmes na luta em defesa do serviço público e de melhores condições de trabalho. A União faz a força!

    Imprensa SISMUC
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