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  • 21/06/2018 Institutos

    Servidores realizam atos no dia 26 para marcar um ano do Pacotaço

    Servidores realizam atos no dia 26 para marcar um ano do Pacotaço
    Servidores vão descomemorar um ano do pacotaço
    Manifestações ocorrem na Ópera de Arame, Câmara Municipal e Boca Maldita

    O Pacotaço completa um ano de sua votação no dia 26 de junho. Ações que abordam essa data foram o principal tema da assembleia geral realizada hoje (21).Os servidores discutiram como lembrar a data em que tiveram perdas como congelamento de salários, carreiras e alterações no IPMC e ICS. Três pontos de mobilização foram definidos: Ópera de Arame, Câmara Municipal e Boca Maldita. A assembleia também fez uma avaliação das mesas de negociações que começaram neste mês.

    Mesa de negociação

    Com relação às mesas de negociação, a direção do sindicato informou que a gestão já chegou com respostas prontas e não abriu oportunidade de debate em nenhum ponto. Inclusive o reajuste não foi abordado pelos governantes. Segundo eles, como a data-base só em outubro, não podem antecipar números.
    “Entendemos que para pressionar a gestão é necessário organização da base. Fazer pressão e barulho pela cidade e demonstrar nossa insatisfação”, incentivou a coordenadora geral do Sismuc, Irene Rodrigues. Com esse consenso, ficou estabelecido os três pontos de ação. Além disso, a assembleia aprovou um “esquenta” para o dia 26 (veja abaixo).

    O primeiro local a ser lembrado é a Ópera de Arame. Foi no ponto turístico de Curitiba que os vereadores, liderados por Pier Petruziello (PTB) e Sérginho do Posto (PSDB), transferiram o local de votação, tentando desmobilizar os mais de 30 mil servidores. “Um dos marcos nossos é a Ópera de Arame. Pois lá ocorreu a votação e lá nós perdemos nossos direitos. É necessário que a gente marque posição no local”, destaca coordenadora Maria Aparecida Martins Santos.

    O segundo local é o Palácio Rio Branco, sede da Câmara Municipal. Lá ocorreram diversas ocupações dos municipais na tentativa de impedir a votação que ocorreu em regime de urgência. “A gente quer marcar os vereadores como eles nos marcaram. A gente jamais vai esquecer as bombas e cacetadas que levamos nos dias 20 e 26 do ano passado”, lembra a professora de educação infantil, Marina Alzão.

    A última ação do dia 26 deve ocorrer na Rua XV, na Boca Maldita. O local é considerado importante para demonstrar para a população o que foi o Pacotaço e quais foram os efeitos negativos. “Temos que mostrar toda a nossa indignação aqui e construir um indicativo de greve para mostrar que Greca segue nos massacrando”, aponta a coordenadora jurídica Adriana Claudia Kalckmann.

    O coletivo também aprovou nova assembleia a ser realizada no dia 6 de agosto. Na pauta, um indicativo de greve denunciando as recusas da gestão na mesa de negociação.

    Esquenta no dia 25

    No dia 25, nos locais de trabalho, o sindicato e os servidores estarão descomemorando o um ano do Pacotaço e reforçando quanta luta foi feita. A ideia é expor para os curitibanos que #PacotaçoeGrecaNuncaMais

    Calendário de Copa

    A Prefeitura de Curitiba deliberou por suspender o expediente durante os jogos do Brasil, obrigando a reposição posteriormente. Na educação, o expediente vai ser mantido para atender as crianças. No entanto, outras categorias não tiveram possibilidade de trabalhar. Em virtude disso, a assembleia definiu que a Prefeitura de Curitiba deve negociar com os trabalhadores antes de editar decretos com recessos.


    Manoel Ramires
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