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  • 19/07/2018 Geral

    Servidores votam e reafirmam participação nos rumos do Sismuc

    Servidores votam e reafirmam participação nos rumos do Sismuc
    Pedro Carrano
    "Estamos vivendo um tempo tão difícil, que precisamos fortalecer o sindicato pelo que ele pode fazer por nós"

    A funcionária pública aposentada Roseli Terezinha da Rocha, que foi funcionária da Fundação de Ação Social (FAS) e a educadora Veronica Ulbrich, participaram logo do primeiro dia de votação para a nova diretoria do Sismuc.

    Roseli dedicou-se por 27 anos ao serviço público. Já Veronica por 21 anos, apesar de, no caso dela, ser a primeira votação sindical que participa. “É até curioso, porque eu sempre acompanho o sindicato”, explica.

    Ambas deixam a mensagem sobre a importância de participação em uma eleição sindical: “O sindicato foi sempre atuante nas poucas vezes que precisei”, afirma Roseli.

    Compromisso

    Mesmo apressada, a assistente social Niuceia de Fátima Oliveira afirmou que votou na eleição anterior – que não chegou a atingir o quórum necessário – e novamente dirigiu-se para votar no sindicato. Servidora pública há 27 anos, acha que a participação é um dever:

    “Se a gente que é filiado não poder tirar um tempo, então não devíamos nem estar no sindicato. É o mínimo, estamos vivendo um tempo tão difícil, que precisamos fortalecer o sindicato pelo que ele pode fazer por nós”, afirma.

    Resistência é fundamental 

    Em 2017, o prefeito Rafael Greca e a Câmara Municipal de Curitiba aprovaram o Pacote de Ajuste Fiscal, com uma série de itens retirando direitos dos servidores. 

    O chamado “Pacotaço de Maldades” foi aprovado sem uma única mesa de negociação com os servidores, sem uma única audiência pública sobre o tema, sem um único espaço conjunto para avaliação do cenário fiscal de Curitiba.

    Seguindo a cartilha que o presidente Temer (MDB) definiu para os prefeitos, Curitiba também adotou medidas de arrocho contra os servidores, a exemplo do que se viu no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Por aqui, um dos projetos de lei do Pacotaço foi a alteração da aposentadoria, com saque de mais de R$ 600 milhões do Instituto de Previdência Municipal de Curitiba (IPMC).

    Pedro Carrano
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