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  • 16/07/2018 Geral

    Justiça rejeita pedido de impugnação feito por Chapa 2

    Justiça rejeita pedido de impugnação feito por Chapa 2
    Divulgação
    Comissão eleitoral argumentou que grupo negou alteração solicitada pela chapa 1

    A 7ª Vara Cível de Curitiba rejeitou a “Ação Declaratória de Nulidade de Processo Eleitoral” solicitada por representante da Chapa 2 Sindicato é pra Lutar. Os representantes do grupo, Christiane Izabella Schunig e Wagner Hauer Argenton alegavam que “as datas escolhidas revelam a intenção de dificultar a participação dos trabalhadores”. No entanto, de acordo com o juiz de direito João Luiz Manassés de Albuquerque Filho, a própria chapa se negou a adiar a votação quando desistiu da conciliação feita pela Chapa 1 Sismuc Somos Nós, que protocolou o pedido de alteração de data.

    O pedido sobre a anulação do processo eleitoral foi julgado no sábado. Ele ocorreu após a chapa 2 se negar, em reunião com a comissão eleitoral, a mudar a data do pleito. “O representante da Chapa 2, Wagner Argenton ‘reitera a manifestação entendendo que a eleição não deve ocorrer durante o período de recesso escolar de modo a garantir o direito de voto de todos os sindicalizados que compõe a base da educação, entretanto, o mesmo fere frontalmente o estatuto da entidade”, registra a ata assinada pelas duas chapas e membros da comissão eleitoral no dia 12 de julho.

    Essa negativa foi considerada fundamental pelo juiz João Luiz Manassés de Albuquerque Filho ao negar o pedido de anulação do processo e do segundo turno, que ocorre nos dias 18, 19 e 20 de julho. “É possível verificar que já houve prévio pedido da chapa oposta para o adiamento do segundo turno, inclusive com a concordância da comissão eleitoral condicionado ao consenso das chapas. Entretanto, realizada reunião, a própria chapa representada pelos Autores foi contrária a mudança de data, sendo mantidos os dias previamente acordados em edital (evento 20.4) e realizadas as diligências necessárias à realização do ato”, avalia o juiz (clique aqui para ler).

    Com a decisão, o segundo está mantido. Tanto os servidores da educação quanto as demais categorias poderão votar nas volantes e urnas fixas. Para o segundo turno, o quórum exigido é de 40% dos 9793, ou seja, 3918 votos.

    Manoel Ramires
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