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  • 15/12/2017 Geral

    Grevistas da Saúde repõem faltas até o 1º semestre de 2018

    Grevistas da Saúde repõem faltas até o 1º semestre de 2018
    Sismuc cobra critérios para reposição da falta dos servidores da Saúde

    O Sismuc cobrou da gestão municipal da saúde o cumprimento dos acordos e legislação sobre os processos de greve contra o pacotaço do prefeito Rafael Greca. O tema principal da reunião -  ocorrida nesta sexta-feira(15) entre os representantes da Secretaria Municipal de Saúde e da direção sindical -  foi a reposição das faltas dos servidores públicos da área da saúde que participaram das greves realizadas no período de março a junho de 2017. O Sismuc cobrou a definição de critérios para a reposição, a qual deve ocorrer até o primeiro semestre de 2018.

    Segundo a coordenadora geral do Sismuc, Irene Rodrigues, a justiça já concedeu liminar aos servidores em ação movida contra a Prefeitura Municipal de Curitiba. “Os critérios para a reposição deveriam ser estabelecidos pelo Executivo, mas, além disso não ocorrer, o Sismuc sequer foi chamado para discutir um assunto que atinge diretamente os servidores”, revela Irene.

    Reposição e Portaria Nº2/ 2017

    O Sismuc vai cobrar do secretário do governo o cumprimento da Portaria Conjunta Nº 2, da Secretaria do Governo Municipal e Secretaria Municipal de Recursos Humanos (SGM/SMRH), publicada em 28 de novembro 2017. O sindicato entende que ao publicar essa Portaria o governo municipal descumpriu o acordo - registrado em ata -  da reunião realizada entre o Sismuc e SMRH no dia 6 de setembro.

    A Secretaria Municipal de Saúde, representada na reunião pela superintendente executiva da pasta, Beatriz Battistella Nadas, se comprometeu a criar condições para a realização das reposições. “A proposta do Sismuc é para que os trabalhadores que já estão com horas positivas possam utilizar estas horas para a compensação dos dias de greve, uma vez que a prefeitura deveria ter feito o pagamento e não o fez”, acrescentou Irene.

    Segundo a superintendente, a gestão fará análise do levantamento - já encaminhado pelo NRHIV - do total de trabalhadores que tiveram faltas lançadas por participação nas greves de 2017, ou seja, “quantos já fizeram reposição, quantos ainda irão fazer”, para verificar a possibilidade de atender ao pleito”, registrou em ata. A pedido dos representantes sindicais, o levantamento será encaminhado oficialmente para o Sismuc. “A gestão acordou que os servidores poderão repor as faltas até o primeiro semestre de 2018, conforme já havia sido definido em ata na reunião de 6 de setembro”, pontuou a coordenadora geral do sindicato.

    Hora Extra

    O sindicato orienta, ainda, que os trabalhadores que já pagaram os dias de greve fiquem atentos ao que está definido no artigo 4º da Portaria Nº2/ 2017”. “Os servidores têm que ficar atentos porque aqueles que não devem horas têm que trabalhar com horas extras, conforme está definido naPortaria”, resumiu Irene.

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