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  • 18/06/2019 Na Pauta

    Mesa de negociação dos auxiliares de serviços escolares termina com promessas

    Mesa de negociação dos auxiliares de serviços escolares termina com promessas
    Repórter da base
    Reunião que tratou da pauta específica da categoria aconteceu nesta terça-feira, sem avanços. Foi a última reunião de negociação desta rodada
    Valorização e olhar diferenciado para a categoria. Esta foi a principal reivindicação dos auxiliares de serviços escolares na mesa de negociações que aconteceu, nesta terça-feira (18), para tratar da pauta específica da categoria. Os auxiliares, conhecidos também como inspetores de escolas, têm um dos salários mais baixos da Prefeitura e se sentem extremamente desvalorizados.

    Com a suspensão dos planos de cargos e salários pela lei do pacotaço, nº 15.043/2017, a administração respondeu, na maioria das reivindicações, que não há perspectivas de atender em curto e médio prazo pautas como a criação de níveis de crescimento na carreira e incorporação de gratificações no salário. A possibilidade de se criar um diferencial que reconheça o trabalho dos auxiliares que fazem travessia da escola para Unidades de Ensino Integral (UEI) também foi reivindicada pelo sindicato.

    Reunião encerrou primeira rodada de negociações

    A mesa de negociações da pauta específica dos auxiliares de serviços escolares encerrou a primeira rodada de negociações entre servidores e administração municipal, estabelecida no mini-pacotaço aprovado pelos vereadores no final de 2018.

    Foram 14 reuniões, três de pautas gerais e 11 de pautas específicas que estabeleceram diálogo mas não avançaram em benefícios para os servidores públicos municipais de Curitiba. Com a data-base transferida para 31 de outubro, a partir de setembro há expectativa de nova rodada de negociações para tratar da reposição salarial.

    Também está previsto para este ano o descongelamento dos planos de carreira. A administração informou que estão sendo realizados estudos técnicos sobre os planos de carreira e que deverão ser concluídos no início do segundo semestre. O sindicato está acompanhando e precisamos estar mobilizados para que os direitos, duramente conquistados, não sejam retirados. Sem luta não há vitórias!
    Entre as promessas, a Prefeitura se comprometeu em conceder o recesso em fevereiro para acompanhar o calendário do magistério, reivindicação antiga e constante da categoria. Também afirmou que está estudando a possibilidade de promover cursos de qualificação específicos para a categoria e a formação para atendimento de alunos de inclusão, questões apresentadas na pauta construída em conjunto com os servidores. Foram alguns avanços sobre os quais o sindicato e servidores deverão ficar vigilantes para que a administração cumpra.

    A respeito do pedido para se cumprir o dimensionamento de 90 alunos por auxiliar, feito pelo SISMUC, a administração respondeu que devido a falta de servidores é inviável, mas adiantou que existe a possibilidade da se chamar os aprovados em concurso que estão em lista de espera. Há falta de auxiliares nas unidades para completar o quadro e respeitar o dimensionamento que na prática não vem sendo cumprido, sobrecarregando os que estão na ativa.

    Sobre a possibilidade de revisão do descritivo de função, a administração afirmou que vai estudar a possibilidade para marcar uma reunião no 2º semestre deste ano, ou 1º semestre de 2020 para conversar sobre o descritivo do cargo.

    A reunião seguiu o roteiro das demais mesas de negociações que aconteceram entre maio e junho, sem atender as reivindicações apresentadas.

    Imprensa SISMUC
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