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  • 16/05/2019 Na Pauta

    Não se engane: tirar professores da Reforma é blefe para barrar a luta

    Não se engane: tirar professores da Reforma é blefe para barrar a luta
    Foto: Repórter da Base
    Governo Bolsonaro não irá enfraquecer a união da classe trabalhadora contra a Reforma da Previdência

    O Presidente da Comissão Especial Marcelo Ramos (PR-AM), afirmou que a retirada dos professores da Reforma da Previdência (PEC 6/19) está sendo discutida. Ele também disse durante a reunião da comissão que outros dois temas serão revisados: trabalhadores rurais e Benefício de Prestação Continuada (BPC).

    No entanto, para além de não haver nenhuma garantia de que esses temas sejam realmente retirados da Reforma, a declaração foi dada durante a construção do 15 de maio, data de paralisação nacional contra os cortes na educação e outros ataques do governo Bolsonaro. Promessas vazias são uma clara tentativa de desmobilizar e enfraquecer a organização da classe trabalhadora que está na luta em defesa de direitos.

    Mesmo que o os professores continuem com as antigas regras de aposentadoria, a Reforma da Previdência ainda representa um grave ataque. A proposta de Bolsonaro privatiza o sistema de previdência e faz com que os trabalhadores tenham que contribuir por mais tempo e receber menos durante sua aposentadoria. Os únicos que serão beneficiados com a reforma serão os banqueiros, grandes empresários e os políticos alinhados à proposta da PEC.

    Por esse motivo, seguiremos firmes com o nosso princípio de união dos trabalhadores! A nossa mobilização precisa crescer para termos forças para lutar contra a reforma e outros ataques, como o corte de mais de R$7 bilhões na educação pública, que atinge além das universidades, o ensino básico.

    No último dia 15 de maio, professoras, professores e servidores municipais se somaram à mobilização nacional em defesa da educação. Além deles, atos por todo o país reuniram estudantes e trabalhadores que mostraram que a educação pública não vai abaixar a cabeça diante dos ataques promovidos pelo governo Bolsonaro. Esse grande ato também foi mais um passo na construção da necessária greve geral, que está marcada para o dia 14 de junho.

    Imprensa SISMUC/SISMMAC
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