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  • 06/06/2019 Geral

    Em mesa de negociações administração mostra um ‘mundo cor de rosa’ que não chega aos servidores

    Em mesa de negociações administração mostra um ‘mundo cor de rosa’ que não chega aos servidores
    Repórter da base
    Rodada desta quinta-feira tratou das pautas específicas dos aposentados e polivalentes
    Sem avanços, nesta quinta-feira (6) foi a vez de debater as pautas específicas dos aposentados e dos polivalentes. Não houve garantia de melhorias, nem avanços em nenhuma das pautas, apenas recomendações para que os servidores formalizem os problemas no núcleo de Recursos Humanos da sua área. É assim que a gestão do prefeito Rafael Greca tem olhado os servidores, formalizando as questões mas sem resolver os verdadeiros problemas.

    O sindicato denunciou a desvalorização que os servidores polivalentes sofrem. A mudança na nomenclatura do cargo deixou a categoria espalhada em várias secretarias e cumprindo atividades distintas, que muitas vezes são situações de desvio de função. A administração informou que não há como voltar aos cargos que ocupavam antes, pois muitas atividades que os atuais polivalentes faziam foram terceirizadas. A falta de formação continuada para essa categoria, e a falta de políticas específicas para promoção da saúde destes trabalhadores também foi levada para discussão, porém a Prefeitura alegou que há vários programas para qualificação e promoção da saúde dos servidores.

    O que o SISMUC tem constatado nas reuniões de negociações é que a administração pinta um mundo cor de rosa em seus gabinetes que não chega para os servidores que estão nas suas atividades, criando um distanciamento entre o planejado e o que é executado. Qual a periodicidade dos exames periódicos para os polivalentes? Quando foi o último curso de capacitação que a categoria teve? Apesar da administração promover cursos com frequência, a categoria dos polivalentes não tem sido beneficiada.

    Aposentados

    Na pauta dos aposentados a Prefeitura alegou a vigência da lei municipal 15.043/2017 para não enquadrar os aposentados e pensionistas das carreiras da guarda municipal e professores da educação infantil, conforme os planos de carreira aprovados em 2014. O sindicato lembrou que os planos deveriam ter sido implementados em 2016, antes da vigência da lei aprovada no pacotaço do Greca, e que o não enquadramento dos servidores demonstra ilegalidade da Prefeitura.

    Outro questionamento apresentado pelo SISMUC foi sobre os critérios adotados para contratação dos professores que dão cursos no programa Vida Nova do IPMC. O sindicato entende que os valores não são simbólicos, como anuncia a administração, e solicitou que seja verificada a qualidade e o valor cobrado, uma vez que a estrutura utilizada é pública.

    O calendário de negociações estabelecido tem sido um repasse de negativas, com a desculpa de falta de recursos. Por isso é necessário ficar vigilante e se unir na luta por melhores condições de trabalho.

    Imprensa SISMUC
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