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  • 10/05/2019 Na Pauta

    Greca não perde tempo e PSS para saúde e educação está na Câmara

    Greca não perde tempo e PSS para saúde e educação está na Câmara
    Prefeito coloca a precarização da saúde e da educação em regime de urgência na Câmara

    A Prefeitura não perdeu tempo para iniciar o Processo Seletivo Simplificado (PSS) na rede. Depois de aprovado o ataque com o apoio da bancada do tratoraço, mesmo sob protestos dos servidores, a gestão de Rafael Greca já escolheu os setores que vai precarizar primeiro: a saúde e a educação.

    A proposta para contratar trabalhadores pelo PSS para esses setores tramita em regime de urgência na Câmara Municipal e deve ser votada até o final de maio. Entretanto, isso pode ser antecipado se um vereador fizer a solicitação e for apoiado por 13 parlamentares. Nesse caso, se a maioria do plenário aprovar o requerimento para apressar a votação, o prazo para que ela aconteça passa a ser de 3 dias úteis. Nos dois casos, de urgência do Executivo ou de vereador, vencido o prazo o projeto, é votado mesmo que ainda haja parecer pendente das comissões temáticas.

    O projeto já foi analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e agora segue para a de Economia. Depois disso, ele também deve passar pela Comissão de Serviço Público.

    Real motivação da Prefeitura

    Ao invés de realizar concursos públicos, a Prefeitura vai usar os contratos precarizados para suprir a falta de servidores decorrentes de afastamentos, aposentadorias ou falecimentos. A administração tem dados que indicam o número de aposentadorias por mês e tem estatísticas sobre todos os trabalhadores que atendem os critérios para usufruir do benefício. Na prática, isso já possibilitaria organizar concursos públicos para reposição desses profissionais.

    Por isso, a imposição do PSS para o funcionalismo de Curitiba é mais uma forma encontrada pela gestão Greca de retirar direitos tanto dos servidores quanto da população.

    A demanda por serviços públicos aumenta todos os dias, mas não existe plano de governo para pensar a cidade. Além de não cobrir a falta de servidores que se aposentam ou saem do serviço, a gestão não prevê o aumento no número de vagas para atender a população.

    Imprensa sismmac e sismuc
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