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  • 22/02/2019 Na Pauta

    Ato contra o aumento da passagem acontece nesta terça (26), na Rui Barbosa. Participe!

    Ato contra o aumento da passagem acontece nesta terça (26), na Rui Barbosa. Participe!
    arte: CTRLS
    Ato contra o aumento da passagem acontece nesta terça (26), na Rui Barbosa. Participe!

    Na próxima terça-feira (26), tem ato contra o aumento da passagem de ônibus. R$ 4,50 é roubo! Nossa mobilização começa às 17h30, na Praça Rui Barbosa. É somente com a organização dos trabalhadores e estudantes, os verdadeiros afetados por mais esse ataque, que conseguiremos dizer um basta ao aumento. Se a tarifa aumentar, Curitiba vai parar!

    A nossa luta não é de hoje
    Não é de hoje que nós curitibanos sofremos com aumentos da tarifa de ônibus feitos de forma arbitrária pela Prefeitura. Já pagamos uma das tarifas mais caras do Brasil, de R$ 4,25, e o prefeito Rafael Greca quer aumentá-la para R$ 4,50.

    No começo de 2017 a gestão aplicou o mesmo ataque: aumentou o valor da passagem de R$ 3,70 para os atuais R$ 4,25, e acabou com a tarifa especial de domingo. Isso motivou uma mobilização, com panfletagens e atos de rua. Em resposta, a Prefeitura autorizou a polícia a agir com violência, manifestantes foram feridos e presos.

    As manifestações tinham como objetivo expressar a indignação contra os aumentos recorrentes! Uma das tarifas mais altas entre as capitais e que, ainda por cima, não se reflete em qualidade para a população trabalhadora da cidade.

    Empresários e Estado aumentam a tarifa em benefício próprio
    Aumentar a tarifa não é uma estratégia apenas do governo Greca. Encarecer a passagem do transporte coletivo de forma abusiva é uma prática comum em nível nacional. No começo do ano, a tarifa aumentou em Feira de Santana (BA), no Recife (PE), no ABC Paulista (SP) e em São Paulo – com enorme repressão às mobilizações contrárias ao aumento.

    Ao mesmo tempo em que as prefeituras falam em aumentar o preço, as licitações do transporte público são escondidas da população. Em Curitiba, uma mesma família domina 70% de toda a frota da cidade. No Paraná, essas licitações são alvo de investigação no Ministério Público, no Tribunal de Contas e também na Câmara Municipal.

    A medida faz parte de uma série de retiradas de direitos da classe trabalhadora e esse é o momento para barrar esses ataques. Firmes!

    Não ao aumento da tarifa. R$ 4,50 É ROUBO! Essa conta é dos empresários, não dos trabalhadores!

    SISMUC/SISMMAC/Coletivo Outros Outubros Virão
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