XI Congresso do Sismuc

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  • 13/08/2016

    Funcionalismo é alvo de ajustes e violência

    O professor apontou os atuais ataques do governo de Beto Richa (PSDB) e no plano nacional também
    Funcionalismo é alvo de ajustes e violência

    Professor Luiz Carlos Paixão, da rede estadual, apontou, na mesa de conjuntura da manhã, a ausência de concurso público e a destruição de carreiras no serviço público, tanto em nível nacional, como em nível estadual. 

    Paixão aponta a característica do atual governo estadual de aplicar o ajuste fiscal e ao mesmo tempo a violência. O professor apontou os atuais ataques do governo de Beto Richa (PSDB) contra a relação com o sindicato (APP Sindicato) e fez um paralelo com o governo Jaime Lerner (2001), que chegou até a impedir o desconto da mensalidade sindical em folha.

    Richa e o controle da Assembleia Legislativa 

    Esta postura do governador não é à toa. Está calcada na maioria submissa conquistada na Assembleia Legislativa. “Temos pouquíssimos deputados que fazem oposição à Richa, que conta com apoio do Judiciário e do grande empresariado do Paraná”, analisa.

    Esta análise tem como resumo o episódio trágico do dia 29 de abril de 2015, quando várias categorias de servidores, organizadas em frente ao Palácio Iguaçu contra o uso de recursos da previdência estadual. A intransigência do governo foi marcada por violência. “Não foi só uma violência física, mas uma violência moral, marcada até hoje na alma do servidor público”, coloca.